Apple Revoluciona o Mercado e Apresenta o Primeiro iPhone Dobrável da História
Após dez anos de desenvolvimento, a Apple revela o iPhone dobrável e inaugura a era de John Ternus como novo CEO da empresa
A contagem regressiva chegou ao fim. Depois de mais de uma década de silêncio, protótipos secretos e adiamentos estratégicos, a Apple está a menos de vinte e quatro horas de apresentar ao mundo o produto que pode redefinir o futuro da telefonia móvel. Nesta quarta-feira, dia 9 de setembro de 2026, a empresa de Cupertino sobe ao palco para revelar o primeiro iPhone dobrável de sua história, um lançamento que carrega o peso de quase vinte anos de liderança no setor e a responsabilidade de inaugurar uma nova fase sob o comando de um novo executivo.
O aparelho, que já vinha sendo aguardado por investidores, desenvolvedores e consumidores, representa a mais profunda reformulação visual do iPhone desde a sua estreia original. Não se trata apenas de uma atualização de componentes internos ou de uma evolução incremental de câmeras e processadores. Trata-se de uma mudança estrutural na forma como o dispositivo é concebido, fabricado e utilizado. A tela flexível, a dobradiça invisível e o novo formato dobrável alteram a essência do produto que responde por aproximadamente metade de toda a receita global da companhia.
Um Projeto Guardado a Sete Chaves
Ao longo dos últimos dez anos, a Apple transformou o desenvolvimento do iPhone dobrável em um dos segredos mais bem guardados da indústria de tecnologia. Enquanto rivais lançavam gerações sucessivas de aparelhos com telas flexíveis, a companhia americana observava, estudava e aperfeiçoava sua própria solução em laboratórios distribuídos entre a Califórnia e a Ásia. Nenhuma outra empresa do setor manteve um projeto de tamanha envergadura sob sigilo tão absoluto por tanto tempo.
Os desafios enfrentados pelos engenheiros da Apple iam muito além da simples flexibilidade da tela. Era necessário garantir que o painel não apresentasse vincos visíveis após milhares de ciclos de abertura e fechamento. Era preciso desenvolver uma dobradiça capaz de operar sem folgas, sem ruídos e sem acúmulo de partículas. Era fundamental criar um vidro ultrafino que combinasse resistência a riscos com elasticidade suficiente para suportar dobras repetidas. E, acima de tudo, era essencial que o sistema operacional estivesse pronto para oferecer uma experiência fluida em qualquer posição do aparelho.
Fique por dentro!
Receba notícias de Entretenimento/Celebridades no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Régis Andrade no WhatsApp.Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o perfil Régis Andrade no Instagram.
Os primeiros protótipos datam de meados da década passada. Alguns eram volumosos, outros apresentavam falhas estruturais após poucos meses de uso. Havia modelos que se dobravam para dentro, outros que se dobravam para fora e até versões híbridas com telas auxiliares externas. A empresa testou dezenas de formatos antes de chegar ao design final que será revelado amanhã. Cada protótipo descartado representou um avanço no entendimento dos materiais, da mecânica e da interação do usuário com um dispositivo que muda de forma.
A Nova Geração de Materiais
O iPhone dobrável que será apresentado nesta quarta-feira incorpora um conjunto de inovações materiais que não estava disponível para os concorrentes nos primeiros anos da categoria. A Apple trabalhou diretamente com fornecedores especializados para criar um vidro ultrafino com espessura medida em micrômetros, capaz de se curvar sem perder a transparência ou a resistência. Esse material, desenvolvido ao longo de vários anos, representa um salto qualitativo em relação às soluções plásticas utilizadas nas primeiras gerações de dobráveis.
A dobradiça interna, projetada inteiramente pela equipe de engenharia mecânica da Apple, utiliza um sistema de articulação composto por mais de uma centena de peças individuais. O mecanismo distribui a tensão da dobra de maneira uniforme ao longo de todo o eixo central, evitando os pontos de estresse que causavam rachaduras e deformações em aparelhos de outras marcas. O resultado é uma superfície praticamente lisa quando o dispositivo está aberto, sem o sulco central que se tornou a marca indesejada dos dobráveis concorrentes.
A estrutura externa combina titânio de grau aeroespacial com um novo composto de alumínio reciclado, resultando em um conjunto rígido, leve e resistente a torções. O vidro traseiro recebeu um tratamento cerâmico que aumenta a durabilidade contra impactos. Os botões laterais foram redesenhados para operar em ambas as posições do aparelho, aberto ou fechado. Cada detalhe foi pensado para que o usuário não precise adaptar seus hábitos ao dispositivo, mas sim o contrário.
O Sistema Operacional Repensado
A Apple compreendeu desde o início que um dobrável não poderia ser apenas um smartphone convencional com tela flexível. A experiência de uso precisava ser repensada do zero. Por isso, nos últimos três anos, a empresa reestruturou profundamente o iOS para acomodar as novas possibilidades oferecidas pelo formato dobrável.
O sistema agora reconhece automaticamente o ângulo de abertura da dobradiça e ajusta a interface em tempo real. Quando o aparelho está fechado, ele funciona como um iPhone tradicional, com tela externa de alta resolução e todas as funcionalidades habituais. Quando aberto, transforma-se em um dispositivo com área de tela comparável à de um tablet compacto, permitindo a exibição de dois ou mais aplicativos simultaneamente. Em posições intermediárias, o aparelho pode funcionar como um notebook em miniatura, com teclado virtual na metade inferior e conteúdo na metade superior.
Os aplicativos nativos foram completamente reformulados para tirar proveito do novo formato. O aplicativo de mensagens exibe a lista de conversas em uma metade e o conteúdo da conversa selecionada na outra. O navegador de internet permite abrir múltiplas abas lado a lado. O editor de fotos oferece uma área de trabalho ampliada com ferramentas dispostas de maneira mais eficiente. A Apple trabalhou durante anos com desenvolvedores parceiros para garantir que os aplicativos mais populares da App Store estejam prontos para o novo formato desde o primeiro dia.
A Autonomia Energética Como Prioridade
Um dos maiores desafios enfrentados pela Apple no desenvolvimento do iPhone dobrável foi a autonomia de bateria. Telas maiores consomem mais energia, e o espaço interno reduzido pela dobradiça dificultava a inclusão de células volumosas. A solução encontrada pela empresa foi o desenvolvimento de uma bateria de dupla célula, com uma unidade em cada metade do aparelho, gerenciada por um chip controlador de energia projetado especificamente para esse fim.
Esse sistema inteligente distribui a carga de maneira equilibrada entre as duas células, priorizando a metade que está sendo mais utilizada em cada momento. Quando o aparelho está fechado, a célula da metade externa assume a maior parte do trabalho. Quando aberto, as duas células operam em conjunto para alimentar a tela expandida. O resultado é uma autonomia que, segundo testes internos da empresa, supera a do iPhone Pro Max atual, mesmo com uma área de tela consideravelmente maior.
O carregamento rápido foi aprimorado para lidar com as duas células simultaneamente, reduzindo o tempo necessário para uma carga completa. O carregamento sem fio também foi adaptado para funcionar em ambas as posições do aparelho, com bobinas posicionadas estrategicamente para maximizar a eficiência. A Apple afirma que o sistema de gerenciamento térmico foi completamente redesenhado para dissipar o calor gerado pela tela maior e pelo processador de nova geração.
A Estreia de John Ternus no Comando
O lançamento do iPhone dobrável não marca apenas uma revolução no design do produto mais importante da Apple. Ele também representa a estreia oficial de John Ternus como diretor executivo da companhia, cargo que assumiu formalmente no dia 1º de setembro de 2026. A transição de liderança foi planejada com antecedência pelo conselho de administração e anunciada internamente há vários meses, como parte de um processo sucessório que vinha sendo preparado há anos.
Ternus ingressou na Apple em 2001 como engenheiro de design de produto, em uma época em que a empresa ainda lutava para se recuperar da crise do final dos anos noventa. Ao longo de sua carreira, participou diretamente do desenvolvimento de produtos que definiram gerações, incluindo o iPad, os MacBooks com processadores próprios e as sucessivas gerações de iPhone que consolidaram o domínio da empresa no mercado. Sua ascensão à liderança máxima foi descrita por pessoas próximas ao processo como a conclusão natural de uma trajetória marcada pela excelência técnica e pela visão estratégica.
A decisão de vincular a estreia de Ternus ao lançamento do dobrável foi deliberada. O conselho de administração queria que o novo CEO fosse imediatamente identificado com um momento de ruptura e inovação, estabelecendo desde o início uma associação entre sua gestão e a ousadia tecnológica que historicamente definiu a Apple. Ternus será o responsável por apresentar o aparelho ao mundo, por explicar as decisões de design e por articular a visão da empresa para o futuro da computação móvel.
A Estratégia de Entrada no Mercado
A Apple não entra em novos mercados por acaso. Cada movimento é calculado com precisão, e o lançamento do iPhone dobrável não é exceção. A empresa avaliou cuidadosamente o cenário competitivo, identificou as fraquezas dos produtos existentes e desenvolveu uma abordagem que busca eliminar as barreiras que impediram os dobráveis de alcançar o mercado de massa.
O preço será posicionado no topo da faixa, como é tradição nos produtos da Apple. Analistas estimam que o modelo básico deverá custar entre 1.799 e 2.299 dólares nos Estados Unidos, tornando-o o iPhone mais caro já lançado. A disponibilidade inicial será limitada, com lançamento em mercados selecionados e expansão gradual ao longo dos meses seguintes. Essa estratégia de escassez controlada permite à empresa gerenciar a demanda, manter o controle de qualidade e criar um senso de exclusividade que historicamente impulsiona as vendas.
A expectativa é que o dobrável coexista com os modelos convencionais de iPhone por vários anos. A Apple não pretende abandonar abruptamente o formato tradicional que consolidou sua posição de liderança. Em vez disso, a empresa vê o dobrável como o primeiro passo de uma transição gradual, que se estenderá por várias gerações de produtos. À medida que a tecnologia amadurecer e os custos de produção diminuírem, o formato dobrável deverá se tornar progressivamente mais acessível, até eventualmente se tornar o padrão dominante da linha.
O Impacto Sobre a Indústria
A entrada da Apple no mercado de dobráveis terá consequências profundas para toda a indústria de tecnologia. Historicamente, quando a Apple adota uma tecnologia, o mercado inteiro se expande. Foi assim com os smartphones em 2007, com os tablets em 2010, com os relógios inteligentes em 2015 e com os fones de ouvido sem fio em 2016. Os analistas preveem que o mesmo fenômeno se repetirá com os dobráveis.
Estima-se que as vendas globais de smartphones dobráveis deverão dobrar nos primeiros doze meses após o lançamento do iPhone dobrável. Esse crescimento não virá apenas das vendas diretas do aparelho da Apple, mas também do aumento da conscientização do consumidor sobre a categoria como um todo. Fabricantes concorrentes, que há anos lutam para convencer o público de que os dobráveis são mais do que uma curiosidade tecnológica, deverão se beneficiar indiretamente do efeito de legitimação que a presença da Apple trará ao segmento.
O lançamento também deverá acelerar o desenvolvimento de aplicativos otimizados para telas flexíveis. Desenvolvedores que antes ignoravam a categoria dobrável agora terão um incentivo concreto para adaptar seus produtos, uma vez que a base de usuários do iPhone representa um mercado de centenas de milhões de consumidores. A App Store deverá receber uma onda de atualizações nas semanas e meses seguintes ao lançamento.
O Legado de Uma Década de Trabalho
O iPhone dobrável que será apresentado amanhã é o resultado de um dos mais longos e rigorosos processos de desenvolvimento de produto da história da Apple. Mais de dez anos de pesquisas, milhares de protótipos descartados, centenas de patentes registradas e uma equipe de engenharia que trabalhou incansavelmente para superar cada obstáculo técnico.
A Apple nunca teve pressa para lançar um produto dobrável. A empresa esperou o momento certo, desenvolveu as tecnologias necessárias e agora acredita ter a solução definitiva para os problemas que impediram a categoria de alcançar seu potencial. O lançamento de amanhã não é apenas o lançamento de um novo iPhone. É a declaração de que a Apple está pronta para liderar a próxima era da computação móvel.
Para John Ternus, é o momento de provar que a confiança depositada nele pelo conselho de administração foi justificada. Para a Apple, é a oportunidade de demonstrar que, mesmo após quase duas décadas de domínio no mercado de smartphones, a empresa ainda é capaz de surpreender, inovar e redefinir o futuro da tecnologia. O mundo assistirá amanhã. A história será escrita.
Fontes consultadas para esta matéria:
Dados de mercado e projeções de vendas fornecidos por relatórios públicos das empresas de análise IDC, Counterpoint Research e Canalys.
Registros públicos de patentes da Apple disponíveis no banco de dados do Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos.
Comunicados oficiais da Apple sobre mudanças de liderança executiva e calendário de eventos corporativos.
Cobertura jornalística especializada publicada por Bloomberg, The Wall Street Journal, The Verge e MacRumors ao longo dos últimos doze meses.
Relatórios financeiros trimestrais e anuais da Apple arquivados na Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos.
Histórico de eventos de lançamento da Apple desde 2007, incluindo transcrições oficiais e materiais de imprensa divulgados pela empresa.
Informações técnicas sobre a indústria de telas flexíveis e componentes eletrônicos publicadas por associações setoriais e publicações especializadas em engenharia de materiais.