Skip to content
Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo

Régis Andrade, últimas notícias do Brasil e do mundo em tempo real. Acompanhe política, tecnologia, economia, curiosidades, esportes e os principais acontecimentos nacionais e internacionais em um só lugar.

Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo

Régis Andrade, últimas notícias do Brasil e do mundo em tempo real. Acompanhe política, tecnologia, economia, curiosidades, esportes e os principais acontecimentos nacionais e internacionais em um só lugar.

  • Notícias
  • Histórias
  • Negócios
  • Esporte
  • Famosos
  • Política
  • Vídeos
  • Ciência e Tecnologia
  • Crença
  • Curiosidades
  • Entretimento
  • Esporte
  • Famosos
  • Histórias
  • Mundo Animal
  • Negócios
  • Notícias
  • Política
  • Vagas de Emprego
  • Vídeos
  • Notícias
  • Histórias
  • Negócios
  • Esporte
  • Famosos
  • Política
  • Vídeos
Close

Search

Negócios

Cartas de Pokémon seriam o novo dinheiro do mundo em caso de colapso, aponta investidor bilionário

By Régis Andrade
11 de setembro de 2026 4 Min Read
0

Colecionador com mais de 500 mil cartas afirma que Pokémon se tornaria a moeda global em um colapso econômico mundial.

Um nome conhecido no mercado de investimentos voltado à indústria de entretenimento e games trouxe à tona uma reflexão pouco convencional sobre o valor real das cartas colecionáveis de Pokémon. Para ele, caso a estrutura econômica mundial deixasse de funcionar de uma hora para outra, seriam justamente essas pequenas peças de papelão ilustradas que assumiriam o papel de meio de troca entre as pessoas, substituindo moedas, metais preciosos e qualquer outro ativo tradicionalmente associado a cenários de crise.

A afirmação parte de Peter Levin, à frente da Griffin Gaming Partners, firma de investimentos concentrada em empresas ligadas ao universo dos jogos eletrônicos e ao entretenimento digital. Colecionador havia décadas, ele reúne em seu acervo pessoal um total superior a 500 mil cartas, número que o coloca entre os nomes mais respeitados quando o assunto é o mercado de colecionáveis em todo o mundo.

Ao comentar sobre o alcance da franquia criada no Japão, Levin foi categórico ao dizer que, no dia seguinte a um colapso global, a humanidade recorreria às cartas de Pokémon como forma de sustentar trocas comerciais básicas. Para justificar essa visão, ele descartou alternativas historicamente lembradas em discussões sobre cenários extremos, como metais preciosos, munições e reservas de água potável, e apontou o alcance cultural do universo Pokémon como o verdadeiro diferencial nesse raciocínio.

Levin sustenta sua tese também com dados de mercado. Segundo levantamentos da plataforma especializada Card Ladder, entre 2004 e 2025 o valor acumulado das cartas de Pokémon cresceu aproximadamente 3.821%, um salto muito superior à valorização de cerca de 483% registrada pelo índice americano S&P 500 no mesmo intervalo de tempo. A comparação, amplamente citada por veículos de economia e entretenimento, ajuda a explicar por que peças antes tratadas apenas como brinquedos infantis passaram a ser encaradas como ativos financeiros de fato, negociados e avaliados com critérios de raridade, conservação e certificação profissional.

Fique por dentro!
Receba notícias de Entretenimento/Celebridades no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Régis Andrade no WhatsApp.

Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o perfil Régis Andrade no Instagram.

Essa valorização não é uniforme entre todas as cartas da franquia. Exemplares comuns continuam acessíveis e circulam por valores modestos, enquanto peças raras, especialmente aquelas com certificação de qualidade máxima, alcançam preços que rivalizam com obras de arte tradicionais. Um exemplo recente ilustra bem esse fenômeno: em fevereiro deste ano, uma carta rara do Pikachu, com avaliação de qualidade no grau mais alto possível, foi arrematada por 16.492.000 dólares em um leilão promovido pela casa Goldin Auctions, valor que estabeleceu um novo recorde mundial para a carta colecionável mais cara já vendida em um leilão público.

Outro ponto central do argumento de Levin é o que ele descreve como o caráter acessível do hobby. Segundo o investidor, qualquer pessoa pode adquirir um pacote comum de cartas em uma loja de departamento ou de brinquedos e, em teoria, ter exatamente a mesma probabilidade de encontrar uma peça rara e valiosa que um colecionador experiente disposto a investir somas muito maiores. Essa característica, para ele, diferencia o mercado de cartas de outros nichos de colecionismo, nos quais o acesso a itens valiosos costuma depender diretamente do poder aquisitivo do comprador.

Levin também atribui o crescimento sustentado do setor a uma combinação de fatores que vão além da nostalgia. Ele cita a expansão internacional de jogos de cartas colecionáveis e de cartas esportivas como os dois grandes pilares desse mercado, destacando o Pokémon como o principal responsável pela popularização desse formato em escala mundial desde o final dos anos 1990. Soma se a isso o comportamento de consumo de uma geração que cresceu acompanhando a franquia e hoje conta com maior renda disponível, além da influência de colecionadores conhecidos e de plataformas de compra e venda ao vivo, que têm atraído um público que antes via o hobby com desconfiança.

O investidor menciona ainda o movimento de grandes estúdios e conglomerados de entretenimento em direção a esse mercado. Segundo ele, companhias como Disney, Warner Bros. e Hasbro têm ampliado seus investimentos em cartas colecionáveis e jogos de tabuleiro ligados a suas franquias, reforçando a percepção de que o setor deixou de ser um nicho e passou a representar uma fatia relevante da economia do entretenimento global.

Apesar do tom firme com que Levin defende sua visão, especialistas do próprio setor de entretenimento entendem a fala como uma forma de destacar, de maneira propositalmente exagerada, o quanto o mercado de cartas colecionáveis se valorizou nas últimas duas décadas. Ainda assim, o episódio reacendeu o debate sobre até que ponto itens originalmente concebidos como produtos infantis podem, de fato, ser tratados como reserva de valor dentro do mercado financeiro contemporâneo.

Fontes: The Hollywood Reporter, The Gamer, Vice, GameSpot, IBTimes UK, Otakukart, GamingPromax.

Tags:

apocalipsecartas colecionáveiscartas rarasGriffin Gaming Partnersinvestimentomercado de colecionáveismoeda globalPeter LevinPokémonTCG
Author

Régis Andrade

Eu sou Régis Andrade, criador do Portal de Notícias.

Follow Me
Other Articles
Previous

iPhone Duo chega ao Brasil por R$ 21.999 e estimativa aponta quase R$ 11,8 mil em tributos

Next

Ex-funcionário da OpenAI e da Anthropic solta bomba: descontrole da IA pode começar já em 2027

No Comment! Be the first one.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Postagens recentes

  • Ex-funcionário da OpenAI e da Anthropic solta bomba: descontrole da IA pode começar já em 2027
  • Cartas de Pokémon seriam o novo dinheiro do mundo em caso de colapso, aponta investidor bilionário
  • iPhone Duo chega ao Brasil por R$ 21.999 e estimativa aponta quase R$ 11,8 mil em tributos
  • Presidente de direita eleito na Colômbia, que está massacrando facções criminosas, acaba de liberar o porte de armas para a população
  • Diante de uma dívida de US$ 40 trilhões dos EUA, o Nobel de Economia Paul Krugman sugere uma “invasão alienígena”.

Institucional

  • Quem Somos
  • Sobre Nós

Atendimento

  • Fale Conosco
  • Anuncie
  • Contato
  • Mídia Kit

Informações Legais

  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade

Conteúdo

  • RSS
Copyright@ 2026 - Desenvolvido por Régis Andrade