Durante um culto na Igreja Assembleia de Deus, localizada no bairro Parque Três Marias, em Taubaté (SP), uma cena tocante comoveu os fiéis presentes e viralizou nas redes sociais. O protagonista foi o senhor Orlando Baptista, membro da congregação, que demonstrou compaixão e empatia diante de uma situação inesperada.
Enquanto a pregação acontecia, um jovem em situação de rua entrou no templo, visivelmente agitado. A presença repentina do rapaz gerou um certo desconforto entre os fiéis. Entre eles, estava Cleberson Santos, também membro da igreja, que admitiu ter reagido inicialmente com desconfiança.
“Aí entrou esse jovem morador de rua que está deitado no banco. Ele estava bem agitado. Fiquei olhando para ver se ele não iria aprontar”, relatou Cleberson.
Contudo, em vez de medo ou rejeição, o jovem foi surpreendido por um gesto de pura humanidade. O senhor Orlando, com serenidade, buscou um copo de água e se aproximou do rapaz, oferecendo não apenas o líquido, mas também um abraço. O jovem, visivelmente tocado, se acalmou e deitou no colo de Orlando, permanecendo ali em paz.
Impactado pela cena, Cleberson fez um registro fotográfico e publicou em suas redes sociais, junto de um relato emocionado. “Parabéns Sr. Orlando por este ato generoso! O mundo precisa de pessoas assim como o senhor”, escreveu ele.
Refletindo sobre o momento, Cleberson destacou a diferença entre sua reação inicial e a atitude compassiva de Orlando. “Veja a diferença entre duas atitudes. A minha e a do Sr. Orlando. Enquanto eu olhava e julgava, o irmão Orlando (Bom Samaritano) acolhia”, disse ele, ressaltando que Orlando sequer notou que alguém estava registrando a cena.
A publicação rapidamente se espalhou pela internet, sendo compartilhada por milhares de pessoas que se emocionaram com o gesto simples, porém poderoso.
“Independente de placa de igreja ou religião, esse é um exemplo a ser seguido”, concluiu Cleberson.
A história é mais do que um relato – é um lembrete vivo de que a compaixão e a empatia ainda existem e podem transformar não só o dia de uma pessoa em sofrimento, mas também o coração de quem observa.
