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Israel teria pedido autorização a Trump para eliminar Ali Khamenei, mas o presidente recusou

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Uma revelação explosiva vinda dos bastidores da diplomacia internacional sugere que o governo de Israel teria solicitado, durante o mandato de Donald Trump, permissão para realizar uma operação de assassinato contra o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã. A informação, não confirmada oficialmente, ecoa entre analistas como um indicativo do quanto as tensões entre Tel Aviv e Teerã estiveram próximas de um ponto de ruptura sem precedentes.

O pedido de Israel

Segundo fontes ligadas à inteligência ocidental e reportagens divulgadas por veículos especializados em segurança nacional, o pedido foi feito nos bastidores, entre os anos de 2018 e 2019, período em que a relação entre Estados Unidos e Irã atingia picos de tensão após Trump retirar os EUA do Acordo Nuclear de 2015.

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Israel, considerando o Irã como sua maior ameaça existencial, teria se aproveitado do alinhamento estratégico com a Casa Branca para propor a eliminação de Khamenei como forma de “neutralizar” a estrutura de poder iraniana. A justificativa incluía o contínuo financiamento iraniano a grupos como Hezbollah e Hamas, além dos avanços nucleares suspeitos de Teerã.

A resposta de Trump

Apesar de conhecido por sua retórica agressiva e por autorizar o ataque que matou o general iraniano Qassem Soleimani em janeiro de 2020, Donald Trump teria considerado a ação contra Khamenei “excessiva” e “capaz de provocar uma guerra regional descontrolada”. De acordo com analistas, o ex-presidente optou por manter a pressão econômica e militar, mas sem ultrapassar essa linha vermelha.

Consequências diplomáticas e geopolíticas

Caso a operação tivesse sido autorizada, o Oriente Médio poderia ter mergulhado em um conflito generalizado. O aiatolá Ali Khamenei não é apenas o líder religioso mais poderoso do Irã, mas também a figura política máxima do regime, controlando diretamente as forças armadas, a Guarda Revolucionária e todas as decisões estratégicas do país.

Especialistas apontam que a morte de Khamenei poderia ter desencadeado ataques coordenados contra Israel e aliados dos EUA, além de gerar uma onda de instabilidade no Golfo Pérsico, afetando os mercados globais de petróleo e a segurança internacional.

Silêncio oficial e especulações

Nem o governo israelense nem Donald Trump comentaram publicamente sobre o suposto pedido. No entanto, figuras próximas ao ex-presidente americano já indicaram que houve “propostas ousadas” de aliados no Oriente Médio durante seu governo, muitas das quais foram descartadas por não estarem alinhadas aos interesses estratégicos diretos dos Estados Unidos.

O Irã, por sua vez, mantém seu discurso de resistência e reforça constantemente a narrativa de que o “eixo de resistência” permanece firme, independentemente das pressões do Ocidente.

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