13 de junho de 2025 – Atualizado às 17h45 (horário de Brasília)
Oriente Médio – A tensão entre Irã e Israel atingiu um novo patamar nesta quinta-feira, quando o Irã iniciou um ataque em grande escala, lançando cerca de 100 mísseis balísticos em direção a alvos estratégicos israelenses. Segundo fontes militares, esta ação faz parte de uma suposta “operação de vingança” após recentes confrontos e alegadas operações secretas atribuídas ao governo israelense em território iraniano.
A escalada do conflito
O ataque começou por volta das 23h (horário local) e teve como alvos bases militares, centros de comando e áreas próximas a Tel Aviv e Haifa. Sirenes de emergência foram ouvidas em várias cidades israelenses, e a população foi instruída a buscar abrigo imediatamente.
A Guarda Revolucionária do Irã confirmou a ofensiva em um comunicado divulgado pela TV estatal, alegando que “Israel ultrapassou os limites” e que “a resposta veio com força proporcional”.
Resposta de Israel

O governo israelense, por sua vez, ativou o sistema de defesa antiaérea Domo de Ferro, que interceptou parte dos projéteis. Autoridades ainda estão avaliando os danos e feridos. Em pronunciamento oficial, o primeiro-ministro de Israel declarou:
“O Irã pagará um alto preço por essa agressão covarde. Nossa resposta será imediata e poderosa.”
Reação internacional
A comunidade internacional acompanha com preocupação. Os Estados Unidos pediram “contenção imediata”, enquanto o Conselho de Segurança da ONU se reunirá em caráter emergencial ainda hoje. Especialistas temem que a situação possa desencadear uma guerra regional de grandes proporções.
Análise
Analistas militares afirmam que este pode ser o maior ataque direto do Irã contra Israel já registrado. A movimentação marca uma nova fase nas relações entre os dois países, que há décadas travam um conflito indireto por meio de aliados e operações secretas.
O que antes era uma guerra de sombras agora se torna cada vez mais aberta, perigosa e imprevisível.