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CrençaPolítica

Colômbia nas mãos de Deus: Novo presidente toma posse e coloca a fé no centro do poder

By Régis Andrade
16 de agosto de 2026 6 Min Read
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Abelardo de la Espriella inicia governo com oração, retiro espiritual e declarações fortes sobre o papel da fé na reconstrução nacional.

Bogotá, capital da República da Colômbia, amanheceu sob um céu limpo e uma atmosfera de expectativa profunda. Não se tratava apenas de mais uma troca de governo, mas da chegada de um presidente que fez da fé cristã a espinha dorsal de seu discurso e de sua prática política. Abelardo de la Espriella tomou posse em uma cerimônia solene carregada de simbolismo religioso e de afirmações categóricas sobre o papel da espiritualidade na condução do Estado. Em seu primeiro ato oficial como chefe de nação, ele declarou de forma direta e sem rodeios que a Colômbia somente alcançará a grandeza se Deus estiver permanentemente no centro das decisões públicas.

A praça principal de Bogotá ficou tomada por milhares de pessoas que se deslocaram de diferentes regiões do país para acompanhar a posse. Muitos carregavam bandeiras da Colômbia, lenços brancos e exemplares da Bíblia. Outros erguiam cartazes com frases de apoio ao novo governo e pedidos de oração pela nação. A solenidade foi marcada por hinos religiosos, leituras bíblicas e orações conduzidas por pastores evangélicos e líderes católicos. O novo presidente subiu ao palco oficial acompanhado do vice-presidente e de integrantes da equipe que comandará os ministérios ao longo dos próximos quatro anos.

Antes mesmo de deixar o Palácio de Nariño em direção à cerimônia pública, Abelardo de la Espriella reuniu seu grupo mais próximo em uma sala reservada. Ali, longe dos holofotes e das câmeras, ele conduziu um momento de oração silenciosa, pediu direção espiritual para os desafios que viriam e leu trechos do livro de Provérbios. Esse gesto, aparentemente simples, revelou um padrão que se repetiria em toda a primeira semana de governo. O presidente decidiu que cada reunião ministerial começaria com uma leitura bíblica e uma oração breve, ainda que respeitando a diversidade religiosa dos presentes.

A decisão mais comentada, porém, ocorreu dias antes da posse. O então presidente eleito optou por iniciar sua jornada rumo ao cargo com um retiro cristão fechado, realizado em uma propriedade rural nos arredores da capital colombiana. O encontro durou três dias e reuniu o vice-presidente, futuros ministros, assessores diretos e um grupo de pastores convidados. A programação incluiu períodos de jejum parcial, cultos matinais, aconselhamento pastoral, momentos de louvor e sessões de planejamento intercaladas com oração. A intenção declarada do novo mandatário era alinhar a equipe não apenas em torno de metas administrativas, mas também em torno de princípios espirituais considerados inegociáveis.

Durante o retiro, Abelardo de la Espriella fez uma declaração que repercutiu em todo o país. Ele afirmou que a Colômbia não pode ser transformada apenas com decretos, obras públicas ou acordos políticos. Segundo o presidente, a reconstrução nacional exige uma mudança de coração, uma conversão coletiva que começa nos líderes e se estende ao povo. Em uma das falas registradas pelos participantes, ele disse que governar é um ato de serviço e que o serviço público sem Deus se transforma rapidamente em vaidade, corrupção e abuso de poder.

Em um dos momentos de maior comoção do retiro, o novo presidente orou de joelhos pelo povo colombiano. Ele mencionou nominalmente as famílias atingidas pelo conflito armado, as vítimas de desaparecimento forçado, os jovens recrutados por grupos ilegais, as mulheres chefes de família, os camponeses sem terra e os trabalhadores informais que sobrevivem com menos de um salário mínimo por dia. Também intercedeu pelos policiais e militares mortos em serviço, pelos líderes comunitários ameaçados e pelas crianças que crescem em zonas dominadas pelo narcotráfico. A oração durou mais de trinta minutos e foi acompanhada em silêncio absoluto pelos presentes.

Outro gesto marcante ocorreu quando um grupo de líderes evangélicos entregou ao presidente uma Bíblia especial, com capa de couro escuro e o mapa da Colômbia gravado em relevo na parte frontal. O exemplar foi recebido com as duas mãos, em sinal de reverência. De la Espriella ergueu a Bíblia diante dos presentes e afirmou que aquele livro seria o manual de cabeceira de seu governo, a régua moral de cada decisão e o alicerce sobre o qual construiria sua administração. Ele disse ainda que o mapa gravado na capa representava a responsabilidade de governar para todos, sem distinção de região, classe social ou filiação partidária.

A cerimônia de posse, realizada horas depois, ampliou o alcance dessas declarações. Diante de uma multidão estimada em dezenas de milhares de pessoas, o novo presidente reafirmou que a Colômbia viverá um tempo de reconciliação nacional. Ele defendeu que o Estado deve permanecer laico, mas que a fé cristã pode inspirar valores como honestidade, justiça, compaixão e respeito à vida. O presidente garantiu que a liberdade religiosa será preservada e que nenhuma crença será perseguida ou privilegiada. Ainda assim, deixou claro que sua identidade cristã não será escondida e que a oração fará parte da rotina do Palácio de Nariño.

O vice-presidente empossado fez um discurso curto, porém enfático. Ele afirmou que a nova gestão nasce com a missão de unir trabalho técnico e discernimento espiritual, planejamento estratégico e humildade, gestão eficiente e temor a Deus. Mencionou que o retiro realizado antes da posse serviu para preparar o coração da equipe e para lembrar que o poder é passageiro, mas as consequências das decisões permanecem por gerações. A fala foi recebida com aplausos prolongados e gritos de apoio.

Nos bastidores, integrantes da equipe de transição relataram que a escolha de iniciar o mandato com um retiro espiritual foi planejada com bastante antecedência. O objetivo era duplo: criar coesão interna entre os futuros ministros e transmitir à população uma imagem de humildade e compromisso moral. Assessores políticos ouvidos reservadamente afirmaram que o novo governo pretende adotar uma linguagem religiosa constante, sem transformar a fé em instrumento eleitoral permanente. A orientação interna é de que a espiritualidade deve aparecer como fundamento ético, e não como bandeira de campanha.

Entre os desafios imediatos do novo governo estão a retomada do diálogo com grupos armados ilegais, a implementação de reformas sociais, a contenção da inflação, a recuperação da confiança internacional e a reconstrução das instituições em regiões historicamente abandonadas pelo Estado. A equipe econômica, que também participou do retiro cristão, recebeu orientação expressa para atuar com transparência, priorizar os mais pobres e combater a corrupção com rigor. O presidente afirmou que não tolerará desvios de conduta e que qualquer integrante do governo flagrado em práticas ilícitas será afastado imediatamente, independentemente de cargo ou influência.

A entrega simbólica da Bíblia com o mapa da Colômbia passou a ser vista como um marco do novo governo. Para aliados de De la Espriella, o objeto representa a fusão entre território e fé, entre nação e propósito divino. Já setores mais críticos veem o gesto como uma estratégia calculada de aproximação com o eleitorado religioso, que cresce de forma consistente no país e tem influência decisiva em regiões estratégicas. O debate público sobre os limites entre fé e política ganhou novo fôlego nos dias seguintes à posse, com análises de juristas, sociólogos e lideranças religiosas.

O novo presidente encerrou seu discurso de posse repetindo a frase que já havia marcado os dias anteriores: “Para construir uma grande nação, é preciso colocar Deus sempre no centro.” Em seguida, ergueu a Bíblia com o mapa da Colômbia diante da multidão e declarou que o país iniciava um novo tempo. Ele pediu que os colombianos orassem uns pelos outros, que perdoassem dívidas históricas e que se unissem em torno do bem comum. Afirmou que a transformação da Colômbia não virá apenas de Brasília, mas de cada casa, cada escola, cada igreja e cada coração disposto a recomeçar.

A multidão respondeu com palmas, cânticos e orações espontâneas. Muitos choraram. Outros se abraçaram. A imagem do presidente com a Bíblia erguida, diante do mapa do país gravado na capa, tornou-se imediatamente um dos registros mais compartilhados nas redes sociais. A posse de Abelardo de la Espriella entrou para a história colombiana como uma das mais carregadas de simbolismo religioso das últimas décadas, marcando o início de um governo que promete colocar a fé no centro do poder.

Fontes consultadas para esta matéria

Declarações públicas do presidente Abelardo de la Espriella durante a cerimônia de posse e o retiro cristão prévio. Relatos de integrantes da equipe de transição de governo. Testemunhos de participantes do retiro espiritual realizado nos arredores de Bogotá. Pronunciamentos do vice-presidente empossado. Registros da cerimônia oficial na Praça Bolívar. Material distribuído pela assessoria de imprensa da Presidência da República. Informações de líderes religiosos presentes aos eventos. Cobertura de veículos de imprensa colombianos e correspondentes internacionais em Bogotá.

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Abelardo de la EspriellaBíbliaColômbiaDeus no centrofé cristãgoverno colombianonova era políticapolítica e religiãoposse presidencialretiro espiritual
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Eu sou Régis Andrade, criador do Portal de Notícias.

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