Um episódio curioso e amplamente comentado sobre a juventude de Kim Jong Un voltou a ganhar destaque nos noticiários internacionais. Segundo documentos de inteligência revelados por fontes diplomáticas, o atual líder da Coreia do Norte teria utilizado um passaporte brasileiro falso durante a década de 1990, muito antes de chegar ao poder, com a intenção de visitar parques da Disney.
Os registros indicam que o documento apresentava a fotografia de um jovem Kim Jong Un e o nome fictício “Josef Pwag”. O passaporte teria sido emitido de forma fraudulenta em nome das autoridades brasileiras e usado para solicitar vistos de entrada em países como Japão e Suíça. Fontes afirmam que, à época, o objetivo seria garantir maior liberdade de deslocamento sem levantar suspeitas sobre sua verdadeira identidade.

A Suíça, inclusive, é o país onde Kim Jong Un teria cursado parte de sua educação, vivendo sob identidade falsa enquanto frequentava uma escola internacional em Berna. Relatos de ex-colegas indicam que o jovem norte-coreano era reservado, mas demonstrava fascínio por esportes, computadores e filmes ocidentais. Esse interesse teria alimentado seu desejo de conhecer os parques da Disney, especialmente o de Tóquio, que era o mais acessível para visitantes asiáticos.
Embora não haja comprovação de que a viagem à Disney tenha realmente ocorrido, a tentativa de obtenção do visto e a existência do passaporte falso são mencionadas em relatórios de várias agências de segurança ocidentais. O caso se tornou uma das histórias mais inusitadas envolvendo a juventude de Kim, frequentemente citada como símbolo de uma curiosa contradição: o fascínio pelo mundo ocidental em contraste com a rígida política de isolamento que ele próprio reforçaria anos depois no comando da Coreia do Norte.
Até hoje, tanto o governo brasileiro quanto o regime norte-coreano evitam comentar oficialmente o episódio. A Embaixada do Brasil em Pyongyang jamais confirmou a autenticidade dos documentos, enquanto autoridades norte-coreanas classificam o tema como “propaganda ocidental”. Mesmo sem confirmação direta, a história de “Josef Pwag” permanece viva como uma anedota diplomática que revela um lado inesperado e quase humano do enigmático líder norte-coreano.