Em julho de 1961, o Papa João XXIII, conhecido como o “Papa Bom”, teria vivido um dos episódios mais extraordinários de sua vida: um encontro com um ser extraterrestre nos jardins de sua residência de verão em Castel Gandolfo, Itália. O relato desse evento foi feito por seu secretário pessoal, Monsenhor Loris Francesco Capovilla, que, anos depois, compartilhou sua experiência com a imprensa.
Segundo Capovilla, durante uma caminhada noturna pelos jardins, ambos observaram no céu um objeto luminoso de forma oval, emitindo luzes intermitentes nas cores azul e âmbar. O objeto desceu e pousou suavemente no gramado. Dele, surgiu uma figura humanoide envolta por uma luz dourada e com orelhas alongadas. Diante da cena, o Papa e seu secretário se ajoelharam, acreditando tratar-se de um fenômeno celestial. Após alguns momentos, o Papa se levantou e caminhou em direção ao ser, mantendo uma conversa silenciosa com ele por cerca de 15 a 20 minutos. Capovilla permaneceu à distância e não ouviu o conteúdo da conversa. Ao final, o ser retornou à nave, que decolou em seguida.

Após o ocorrido, o Papa teria se aproximado de Capovilla e dito: “Os filhos de Deus estão em todas as partes; algumas vezes temos dificuldade em reconhecer nossos próprios irmãos”. Essa frase sugere uma visão inclusiva e aberta do Papa sobre a possibilidade de vida inteligente em outros lugares do universo.
O relato de Capovilla foi inicialmente divulgado em 1985 por jornais sensacionalistas, como o britânico The Sun, e posteriormente reproduzido por outros veículos de comunicação. No entanto, é importante notar que não há registros oficiais do Vaticano que confirmem esse encontro, e o próprio Capovilla nunca forneceu detalhes adicionais ou documentação que corroborem a história.

Esse episódio gerou diversas interpretações e especulações. Alguns acreditam que a Igreja Católica, por meio de declarações de figuras como o astrônomo do Vaticano, José Gabriel Funes, estaria se preparando para uma eventual revelação sobre a existência de vida extraterrestre. Outros consideram o relato como uma lenda moderna ou uma metáfora para a abertura do Papa ao diálogo interespécies e à aceitação da diversidade.
Em suma, o encontro do Papa João XXIII com um ser extraterrestre em Castel Gandolfo permanece um mistério não resolvido, alimentando debates sobre a relação entre fé, ciência e o desconhecido.