Skip to content
Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo

Régis Andrade, últimas notícias do Brasil e do mundo em tempo real. Acompanhe política, tecnologia, economia, curiosidades, esportes e os principais acontecimentos nacionais e internacionais em um só lugar.

Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo Régis Andrade - Últimas notícias do Brasil e do mundo

Régis Andrade, últimas notícias do Brasil e do mundo em tempo real. Acompanhe política, tecnologia, economia, curiosidades, esportes e os principais acontecimentos nacionais e internacionais em um só lugar.

  • Notícias
  • Histórias
  • Negócios
  • Esporte
  • Famosos
  • Política
  • Vídeos
  • Ciência e Tecnologia
  • Crença
  • Curiosidades
  • Entretimento
  • Esporte
  • Famosos
  • Histórias
  • Mundo Animal
  • Negócios
  • Notícias
  • Política
  • Vagas de Emprego
  • Vídeos
  • Notícias
  • Histórias
  • Negócios
  • Esporte
  • Famosos
  • Política
  • Vídeos
Close

Search

Política

Presidente Donald Trump comemora: todos os candidatos que apoiei na América Latina foram eleitos

By Régis Andrade
24 de setembro de 2026 6 Min Read
0

Trump celebra 9 vitórias na América Latina e anuncia sanções contra 24 facções criminosas do crime organizado na região!

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu nesta terça-feira, 22 de setembro, em Nova York, um grupo de líderes latino-americanos alinhados à sua agenda para uma sessão extraordinária da coalizão Escudo das Américas, encontro que serviu tanto para celebrar uma sequência de vitórias eleitorais na região quanto para anunciar a primeira ação conjunta do bloco contra o crime organizado transnacional.

No discurso de abertura, Trump afirmou que todos os candidatos que apoiou em eleições recentes na América Latina foram vitoriosos, apresentando um balanço de nove vitórias em nove disputas. O presidente americano citou nominalmente as eleições de Javier Milei na Argentina e de Abelardo de la Espriella na Colômbia como exemplos centrais desse resultado, referindo-se ao líder colombiano pelo apelido de “El Tigre”. O evento, realizado em um salão no subsolo da sede das Nações Unidas, ocorreu à margem da Assembleia Geral da ONU e reuniu cerca de dezenove presidentes e representantes de países membros da coalizão. Entre os presentes estavam Javier Milei, da Argentina; José Antonio Kast, do Chile; Rodrigo Paz, da Bolívia; Daniel Noboa, do Equador; e Keiko Fujimori, do Peru. A Colômbia foi representada pelo vice-presidente José Manuel Restrepo Abondano, uma vez que De la Espriella permaneceu no país após sua posse.

O avanço de governos de direita na América Latina tem sido um fenômeno consistente ao longo do último ano e meio. No início do segundo mandato de Trump, em janeiro de 2025, quatro governantes eram considerados alinhados ao projeto do republicano: Javier Milei na Argentina, Daniel Noboa no Equador, Nayib Bukele em El Salvador e José Raúl Mulino no Panamá. Dezenove meses depois, o número subiu para nove, com as vitórias de José Antonio Kast no Chile, Laura Fernández Delgado na Costa Rica, Nasry Asfura em Honduras, Keiko Fujimori no Peru e Abelardo de la Espriella na Colômbia. A eleição colombiana, em particular, foi decidida por uma margem estreita: De la Espriella, um advogado de 47 anos e admirador confesso de Trump, venceu o senador de esquerda Iván Cepeda com 49,66% dos votos contra 48,70%, uma diferença de menos de um ponto percentual, totalizando 12,9 milhões de sufrágios.

Fique por dentro!
Receba notícias de Entretenimento/Celebridades no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo! Basta acessar o canal de notícias do Régis Andrade no WhatsApp.

Para ficar por dentro de tudo sobre o universo dos famosos e do entretenimento siga o perfil Régis Andrade no Instagram.

A sessão desta terça-feira também marcou o lançamento da primeira ação coordenada do Escudo das Américas, coalizão fundada em março de 2026 com o objetivo declarado de combater o narcotráfico e o crime organizado transnacional. O bloco, que começou com doze países membros e atualmente reúne dezenove nações do continente americano, anunciou sanções coletivas contra 24 organizações criminosas classificadas como “organizações narcoterroristas transnacionais” e descritas no documento conjunto como “uma ameaça imediata e compartilhada”. Entre os grupos alvos das medidas estão a Mara Salvatrucha, de El Salvador; o Tren de Aragua, da Venezuela; os principais cartéis mexicanos, incluindo o Cartel de Sinaloa e o Cartel do Golfo; além das facções brasileiras Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho, e de organizações armadas que atuam na Colômbia e no Peru.

O acordo, assinado por quinze países membros, prevê o congelamento de ativos, restrições de imigração e de vistos para integrantes, associados e apoiadores dessas organizações, além da responsabilização criminal de indivíduos que forneçam apoio material, incluindo suporte logístico, aos grupos sancionados. Durante seu discurso, Trump pediu formalmente que todas as nações do Escudo das Américas classificassem formalmente os narcoterroristas como ameaças comuns à estabilidade hemisférica e aplicassem sanções severas às organizações listadas. O presidente americano também classificou os cartéis como “o Estado Islâmico do Hemisfério Ocidental”, afirmando que se trata de inimigos em guerra contra a civilização que utilizam assassinato, tortura e extorsão como instrumentos de terror.

Além das sanções, o documento assinado pelos membros da coalizão anuncia a intenção de apresentar um pedido conjunto ao Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos para a convocação de uma reunião de consulta nos termos dos Artigos 6 e 13 do Tratado Interamericano de Assistência Recíproca, conhecido como Tratado do Rio. Caso a reunião seja convocada, os países pretendem participar em nível ministerial para discutir a adoção de uma resolução que promova e facilite ações coletivas contra as organizações narcoterroristas. O tratado, firmado em 1947 no contexto do início da Guerra Fria, permite a coordenação de respostas coletivas em matéria de segurança hemisférica.

A lista de países signatários das sanções inclui Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Trinidad e Tobago. México e Brasil, as duas maiores nações latino-americanas, não participam da coalizão, o que, segundo analistas, pode levar os dois países a uma posição de isolamento regional na defesa de respostas autônomas e soberanas no combate ao crime organizado. O governo brasileiro avaliou a declaração conjunta sobre o PCC e o Comando Vermelho como “muito grave” e viu no documento uma possível porta de entrada para a militarização da segurança pública na região.

Durante o encontro, o presidente argentino Javier Milei expôs a posição de seu país antes da chegada de Trump, defendendo um papel proativo na segurança hemisférica. Milei mencionou como desafios a projeção sobre o Atlântico Sul e a Antártida, comprometeu-se a seguir as estruturas financeiras do crime transnacional e afirmou que a Argentina quer ser um aliado estratégico da região. Dirigindo-se ao secretário de Estado americano, Marco Rubio, o presidente argentino declarou que os Estados Unidos podem contar com a Argentina para levar o compromisso a fatos.

A fala de Trump sobre o aproveitamento eleitoral de nove em nove ocorre em um contexto de crescente influência americana sobre os processos políticos latino-americanos. O presidente americano já havia declarado, no início de setembro, que o continente estava passando por uma transformação política, com países migrando da esquerda para a direita e se alinhando a Washington. Na ocasião, Trump citou a eleição de De la Espriella na Colômbia como exemplo dessa mudança e se atribuiu parte do resultado, afirmando que o colombiano não era o favorito nas pesquisas. O presidente também mencionou sua relação com Milei e disse ter ajudado a eleger “muitas pessoas” na Argentina.

O Escudo das Américas tem se consolidado como o principal instrumento da política de segurança hemisférica da administração Trump. A coalizão foi lançada em 7 de março de 2026, em Miami, com a assinatura inicial de Milei, e desde então tem atraído adesões de governos alinhados à agenda americana de combate ao narcotráfico. Na cúpula de Nova York, o bloco incorporou oficialmente Peru e Colômbia como novos membros, ampliando sua composição para dezenove países. Paralelamente, o Pentágono mantém há mais de um ano uma campanha de ataques com drones e aeronaves contra embarcações suspeitas de ligação com o narcotráfico no Caribe e no Pacífico, ação que já deixou mais de duzentos mortos, segundo a imprensa internacional.

A estratégia da coalizão também se conecta à política de segurança na fronteira sul dos Estados Unidos, uma das bandeiras centrais de Trump. O governo americano associa o enfrentamento aos cartéis ao combate à imigração ilegal e ao controle das rotas de entrada no país, sustentando que parte do narcotráfico que abastece o mercado americano parte da América Latina e cruza o continente por meio de redes organizadas. A iniciativa propõe integrar esforços dos países participantes contra esses grupos, combinando ações econômicas, de segurança e de coordenação multilateral.

Fontes: El Observador, Radio Mitre, El Ancasti, Perfil, O Antagonista, Derecha Diario, EFE, RTVE, AFP News, China Daily, The New York Times, La Política Online, Infobae, Xinhua, G1, CNN Brasil, O Povo, TV Brasil, Agência Brasil, Exitos Noticias, La Tribuna, AP News, Diário do Centro do Mundo, Gazeta do Povo, GZH, Agazeta, Rádio Itatiaia, Metrópoles, Jornal de Brasília, RFI, Euronews, Agência EFE, RTBF, Central de Notícias.

Tags:

Abelardo de la EspriellaAmérica Latinacrime organizadoEscudo das AméricasJavier MileisançõesTrump
Author

Régis Andrade

Eu sou Régis Andrade, criador do Portal de Notícias.

Follow Me
Other Articles
Previous

Gestão Lula analisa taxa inédita para inibir contratação como PJ

Next

Avião que capturou Maduro faz visita ao Brasil para treinamento militar

No Comment! Be the first one.

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Postagens recentes

  • Meta bloqueia anúncios de Lula a 10 dias do 1º turno e campanha reage
  • Latidos do cão durante a madrugada: tutor pode sofrer penalidades e multas
  • Avião que capturou Maduro faz visita ao Brasil para treinamento militar
  • Presidente Donald Trump comemora: todos os candidatos que apoiei na América Latina foram eleitos
  • Gestão Lula analisa taxa inédita para inibir contratação como PJ

Institucional

  • Quem Somos
  • Sobre Nós

Atendimento

  • Fale Conosco
  • Anuncie
  • Contato
  • Mídia Kit

Informações Legais

  • Política de Cookies
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade

Conteúdo

  • RSS
Copyright@ 2026 - Desenvolvido por Régis Andrade